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BOLETIM Nº 55 - 04 JULHO 2007
Reunião
nacional – A Comissão Nacional de Consolidação e Defesa
da CBHPM estará reunida com as Comissões Estaduais de Honorários
Médicos nesta sexta-feira, 6 de julho, às 13h, no auditório da Associação
Médica Brasileira, em São Paulo (Rua São Carlos do Pinhal, 324,
Bela Vista), a fim de discutir novas estratégias para o movimento
frente aos recentes acontecimentos, como a aprovação do Projeto
de Lei da CBHPM na Câmara dos Deputados e a decisão da Agência Nacional
de Saúde Suplementar de adotar a Classificação como referência para
a padronização de códigos e nomenclatura em todo o setor.
O movimento pela CBHPM nos
Estados
Balanço atualizado até 04/07/07
Acre – A Comissão está
aguardando os entendimentos com a ANS quanto à ampliação da cobertura
e aos reajustes para os médicos. A Unimed Rio Branco vem praticando
a CBHPM, no limite do rol e pelo sistema pro-rata.
Fonte: Dr. Antônio Clementino da Cruz Jr. (coordenador CEHM),
25/06/07, 18h
Alagoas – A Comissão está
em entendimento com a Unidas para reajustar a consulta para R$ 38,00
e diminuir o deflator sobre a CBHPM para 10% em todas as especialidades,
a exemplo da Anestesiologia e Patologia Clínica. A Unimed, que já
pratica os capítulos 1 e 3 da CBHPM, deve implantar o capítulo 2
ainda este semestre. As cooperativas do Hospital do Açúcar, Arthur
Ramos e Santa Casa estão participando ativamente da Comissão, reconhecendo-a
como órgão balizador das relações com os planos de saúde, o que
fortalece o trabalho das entidades.
Fonte: Dr. Cléber Costa de Oliveira (coordenador CEHM), 27/06/07,
15h25
Amapá – A Unimed implantou
a codificação da CBHPM e utiliza os valores como referência no sistema
pro-rata. Não houve avanço em relação à Unidas.
A coordenadora não foi encontrada para atualizar as informações.
Amazonas – A Comissão Estadual
está sendo reestruturada.
Bahia – A Comissão Estadual
está em entendimento com a Unidas para a implantação da quarta edição.
A Golden Cross reajustou a consulta para R$ 42,00 (10,52%) a partir
de 1º julho. O CH também será reajustado para R$ 0,36 (9,09%) em
1º de novembro. A Petrobras e a Unimed continuam utilizando a CBHPM.
Não houve avanço com as empresas de medicina de grupo.
Fonte: Dr. José Carlos Raimundo Brito (coordenador CEHM), 26/06/07,
13h45
Ceará – A Comissão Estadual
fechou acordos com a Amil (consulta R$ 38,00; redutor de 17% para
procedimentos e 30% para UCO), desde 25 de abril; Medial (consulta
R$ 42,00 desde 17 de abril; redutor de 15% para procedimentos e
UCO a partir de 16 de junho); Golden Cross (consulta R$ 42,00 e
redutor de 16,4% para procedimentos e UCO), desde 10 de junho);
e com a Geap (consulta R$ 36,00 e redutor de 17,83% para os procedimentos),
desde agosto de 2006. A UCO será negociada com as especialidades.
Apesar das diversas tentativas desde o início do ano, a Hapvida
não aceita a proposta de R$ 38,00 pela consulta, CBHPM com redutor
de 17% sobre os procedimentos e de 15% sobre a UCO, pois insiste
em um fator redutor próprio. Esta conduta diminui ainda mais os
honorários médicos. A Comissão Estadual não aceitará tal procedimento.
Fonte: Dra. Marjorie Mota (coordenadora CEHM), 25/06/07, 17h30
Distrito Federal – A Comissão
acredita que, a partir da aprovação do Projeto de Lei, a implantação
da CBHPM será um processo natural. Por isso, aguarda o momento oportuno
para discutir as bandas regionais com as operadoras.
Fonte: Luciano Gonçalves de Souza Carvalho (coordenador CEHM),
25/06/07, 18h10
Espírito Santo – A Comissão
aguarda o agendamento da audiência no Ministério Público Estadual
com as entidades médicas e os planos de saúde.
Fonte: Dr. Antonio Carlos Resende (coordenador CEHM), 28/06/07,
13h40
Goiás – De junho a setembro,
a Medial paga pelos honorários CH de R$ 0,34. Este valor passará
a R$ 0,35 em 1º de outubro até maio de 2008. Para SADT, o CH será
de R$ 0,34 de 1º de junho a 31 de maio de 2008. Os valores de consulta
serão R$ 40,00 de 1º de junho a 30 de setembro; e R$ 42,00 até maio
do próximo ano. Está adiantado o entendimento com a Unidas sobre
a diminuição dos deflatores. A Comissão também negocia reajustes
com Ipasgo e Unimed. Após o recesso do Ministério Público Federal,
a Geap será acionada pelos sistemáticos atrasos de pagamento.
Fonte: Dr. Robson Paixão de Azevedo (integrante CEHM), 27/06/07,
15h
Maranhão – Em assembléia
no dia 18 de junho, os médicos fecharam novo acordo com a Unidas:
consulta a R$ 36,00 e reajuste de 2,5% sobre os procedimentos, a
partir de setembro, além de implantação da quarta edição em janeiro
de 2008. O acordo será assinado nos próximos dias. A Cassi tem feito
exigências descabidas em relação ao TISS e já foi procurada pela
Comissão Estadual. Na semana de 25 a 29 de junho, como advertência,
os médicos atendem apenas pelo sistema de reembolso os usuários
da Geap e da Hapvida. Os problemas mais graves são atraso nos pagamentos
e negativas de cobertura anti-éticas. Bradesco e Sul América continuam
sendo atendidos por reembolso. Apesar do reajuste da consulta, segundo
a Comissão, mais de 80% dos procedimentos da Tabela Bradesco têm
valores abaixo da CBHPM com redutor de 20%.
Fonte: Dr. Abdon Murad (coordenador CEHM), 25/06/07, 18h25
Mato Grosso – Em assembléia
no dia 16 de junho, os médicos decidiram continuar exigindo das
operadoras a retirada do deflator sobre a CBHPM. A Unidas vem se
recusando a negociar nestes termos. Sendo assim, terá início um
descredenciamento em massa, por especialidades. A primeira a enviar
o termo de denúncia dos contratos à Unidas será a Oftalmologia.
Na assembléia, também ressaltou-se que os médicos não podem atender
operadoras que não tenham inscrição no CRM-MT, sob pena de infração
ética. A Comissão também tem queixas contra a ANS por sua morosidade
na apuração das denúncias encaminhadas pelos médicos contra as operadoras.
Fonte: Dra. Maria Cristina P. Costa Fortuna (coordenadora CEHM),
29/06/07, 10h
Mato Grosso do Sul – Por
falta de envolvimento das entidades estaduais, a Comissão não tem
conseguido promover negociações com os planos, e aguarda estratégias
nacionais para obtenção de reajustes e implantação da quarta edição.
Fonte: Dr. Antônio Gentil Neto (coordenador CEHM), 28/06/07,
14h50
Minas Gerais – A Unidas
está praticando a consulta a R$ 36,00, mas ainda não houve entendimento
com os médicos quanto a reajustes. Além disso, paga os valores da
quarta edição apenas para algumas especialidades, como endoscopia
e medicina nuclear. A Unimed está modificando seu sistema operacional
para implantar a codificação da CBHPM em janeiro. O acordo com o
Bradesco continua em vigor. Não houve avanços ou diálogo com o segmento
medicina de grupo.
Fonte: Dr. Alcebíades Leal Filho (diretor de Defesa Profissional
da AMMG), 26/06/07, 12h15
Pará – A grande maioria
dos planos pratica a quarta edição da CBHPM. A Unidas pagará 50%
dos procedimentos que tiveram UCO aumentada ou criada nesta quarta
edição, a partir de julho, e chegará a 100% em janeiro. A Unimed
Belém paga R$ 42,00 pela consulta e utiliza redutor de 16%. O impasse
atual refere-se à Hapvida, que se recusa a reajustar o valor da
consulta (R$ 33,60). A Comissão aguarda um novo posicionamento da
empresa até o início de agosto.
Fonte: Dr. Marcus Vinicius Brito (coordenador CEHM), 28/06/07,
12h05
Paraíba – Depois dos reajustes
sobre a CBHPM por parte da Unidas e da Unimed, que utiliza o sistema
pro-rata, a Comissão está iniciando as reuniões com as empresas
de medicina de grupo (Abramge).
Fonte: Dr. Fábio Antonio da Rocha de Souza (coordenador CEHM),
28/06/07, 14h05
Paraná – A Unidas já adotou
a quarta edição da CBHPM. A Unimed Curitiba, entretanto, ainda não
está aplicando a Classificação; somente algumas singulares da Federação
das Unimeds do Paraná implantaram.
Fonte: Dr. José Fernando Macedo (coordenador CEHM), 02/07/07,
14h50
Pernambuco – A Geap reajustou
a consulta de R$ 33,60 para R$ 38,00 em 1º de junho, enquanto as
demais operadoras da Unidas aumentaram de R$ 36,00 para R$ 38,00
em 1º de maio. No entanto, a Unidas recusa-se a conversar sobre
a implantação da quarta edição da CBHPM enquanto as empresas de
medicina de grupo não adotarem a Classificação. Até agora, apenas
a Medial, deste segmento, adotou a CBHPM. A Comissão tem se reunido
com as operadoras no sentido de impedir que o código da CID seja
informado sem o consentimento expresso por escrito do paciente.
Algumas empresas têm ameaçado desconsiderar os novos formulários
da TISS que não tenham este campo preenchido, o que é considerado
totalmente antiético pelos médicos. A Unimed adotou a codificação
da CBHPM e paga R$ 38,00 pela consulta, mas remunera os procedimentos
pelos valores das tabelas antigas.
Fonte: Dra. Maria de Lourdes David (coordenadora CEHM), 02/07/07,
10h20
Piauí – A Comissão tem
encontrado dificuldades para mobilizar os médicos, e aguarda a definição
de novas estratégias nacionais.
Fonte: Dr. Felipe Eulálio de Pádua (coordenador CEHM), 29/06/07,
9h30
Rio de Janeiro – As Sociedades
de Especialidades, a Somerj, a Central Médica de Convênios, Comissão
de Saúde Suplementar e a Presidência do Cremerj estão se reunindo
com as operadoras de saúde no sentido de reajustar os valores praticados
em função dos contratos que prevêem atualização anual. Como os custos
dos médicos tiveram um aumento de 10% no levantamento efetuado,
estamos cobrando este reajuste. Do mesmo modo, estão sendo negociadas
a implantação da CBHPM e a equiparação dos valores pagos pelo atendimento
aos usuários dos planos individuais e coletivos. Outra questão é
o envio de extrato discriminado dos atos praticados, com nome, valor
e data do evento para acompanhamento da produção médica. Por fim,
com a implantação das guias, seguindo o modelo TISS, visto que não
foi prorrogado o prazo da implantação, e como os médicos não conseguem
obter os formulários de algumas operadoras, foi decidida em Assembléia
Geral (11/06/07) a cobrança dos valores praticados ao paciente com
emissão de recibo para reembolso. Há compromisso das empresas que
enviaram formulários (poucas) de que serão tolerados equívocos no
preenchimento dos novos dados solicitados. Será por um período breve,
a exemplo do que a ANS permitiu às operadoras. Estas terão um prazo
de 90 dias sem que sejam multadas. Não serão praticadas glosas oportunistas,
conforme reunião na Abramge (19/06/07).
Fonte: Conselheiro José Ramon Varela Blanco (coordenador da
Comissão de Saúde Suplementar), 28/06/07, 17h05
Rio Grande do Norte – A
Comissão Estadual retomou o diálogo com as operadoras em abril,
propondo consulta a R$ 38,00 e CBHPM com redutor de 10%. Diante
do impasse com a Unidas, a Comissão e as Sociedades de Especialidade
aprovaram, em reunião no dia 25 de junho, um indicativo de suspensão
do atendimento, com cobrança direta dos pacientes para posterior
reembolso. Será realizada assembléia geral no dia 4 de julho. Especialidades
como Neurocirurgia, Ortopedia, Endoscopia, Mastologia, Cirurgia
de Cabeça e Pescoço e Cirurgia Vascular devem iniciar o descredenciamento
em massa. A Unimed passa por um crise, sendo que o pro-rata do último
mês atingiu 40% dos honorários médicos, mas as reuniões serão retomadas
em breve. Os demais planos têm até o dia 6 de julho para responder
as contra-propostas da Comissão.
Fonte: Dr. Geraldo Ferreira Filho (coordenador CEHM), 28/06/07,
11h20
Rio Grande do Sul – A reestruturação
da Comissão Estadual deve ser discutida em julho, com a programação
de novas ações.
Fonte: Dr. Newton Barros (presidente da Amrigs), 21/06/07, 16h
Rondônia – A superintendência
regional da Unidas diz aguardar uma definição nacional sobre reajustes
e implantação da quarta edição. A Unimed pratica os valores da terceira
edição da CBHPM com redutor de 20%, exceto para SADT. Esta situação
tem prejudicado muito as especialidades relacionadas, tendo em vista
o valor médio do CH de R$ 0,24 para SADT. Em alguns casos, os valores
são inferiores aos pagos pelo SUS. A Comissão Estadual espera que
a participação da Abramge na Câmara Técnica da CBHPM facilite o
entendimento com as empresas locais.
Fonte: Dr. Samuel Castiel (coordenador CEHM), 28/06/07, 12h20
Roraima – A Comissão assinou
acordo com a Unidas no mês de maio, elevando o valor da consulta
para R$ 36,00 e estabelecendo reajuste anual. A CBHPM é praticada
com redutor de 20% para procedimentos e UCO. Permanecem as tentativas
de entendimento com Bradesco, Sul América e Amil.
Fonte: Dr. Alexandre Marques (coordenador CEHM), 28/06/07, 13h50
Santa Catarina – Os médicos
aceitaram a proposta da Unidas de reajustar o valor da consulta
para R$ 40,00 a partir de 1º de agosto; e implantar a quarta edição
da CBHPM, em 1º de outubro, com redutor de 18% para os portes e
28% para a UCO. O reajuste da consulta será adotado por todas as
operadoras de autogestão, enquanto a quarta edição foi aceita por
Assefaz, Capesesp, Caixa, Celos, Conab, Eletrosul, Embratel, Fassincra,
Ministério Publico do Trabalho, Ministério Público Federal, Proasa,
Prósaúde-Alesc e Tractebel Energia. A Elos adotará a quarta edição
em 1º de janeiro de 2008; e as demais operadoras (Cassi, Correios,
Funservir, Geap, Petrobrás e Sesef) apresentarão um cronograma de
implantação até o dia 30 de setembro. Todas as Unimeds do Estado
adotaram a CBHPM, à exceção de Blumenau.
Fonte: Dr. Genoir Simoni (coordenador CEHM), 28/06/07, 17h40
São Paulo – Embora a Confesp
ainda não tenha se pronunciado a favor da CBHPM, algumas Unimeds
do interior vêm implantando a Classificação, com diferenças em relação
à UCO. A Comissão Estadual está em entendimento com a Unidas sobre
a quarta edição. O grupo também continua em contato com as seguradoras,
que têm demonstrado esforços no sentido de aproximar suas tabelas
próprias da CBHPM. Não houve qualquer avanço relativo às empresas
de medicina de grupo.
Fonte: Dr. Tomás Patrício Smith-Howard (integrante CEHM), 26/06/07,
15h
Sergipe – As operadoras
da Unidas praticam a quarta edição da CBHPM desde janeiro, com consulta
a R$ 38,00 e redutor de 18% para portes e de 20% para UCO. A exceção
é a Cassi, que ainda utiliza a estrutura da terceira edição por
dificuldades operacionais, mas paga os valores da quarta edição.
Situação idêntica é a da Mediservice, com acordo vigente a partir
de maio. A Blue Life adotou, em março, a quarta edição, com consulta
a R$ 38,00 e redutores de 17,5% e 20% para portes e UCO, respectivamente.
A Unimed pratica, desde o início, os capítulos 1, 2 e 3 da quarta
edição, sendo a consulta R$ 38,00 e os demais valores definidos
pelo pro-rata. Não houve avanço em relação às seguradoras.
Fonte: Dr. Adelson Chagas (coordenador CEHM), 26/06/07, 11h40
Tocantins – Os médicos
mantêm o atendimento aos usuários da Unidas pelo sistema de reembolso,
cobrando os valores da CBHPM. Fusex, Marinha, Aeronáutica e Pró-Social
do TRE pagam a CBHPM plena e têm atendimento normal. A Unimed tem
dificuldades para adotar a Classificação.
O coordenador atualizará as informações em breve.
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